Foi encantador acompanhar esta experiência única na vida de nossas crianças: a realização da primeira prova dos alunos do 2º ano. Única não pelo que ela representa em termos de nota ou de verificação de aprendizagem, pois isso é feito diariamente através das atividades realizadas, mas pelo que representa simbolicamente para a criança, que está se tornando de fato aluno.

A primeira prova é quase como um rito de passagem e foi cercada de muito cuidados especiais.

Estes cuidados começaram com uma boa conversa entre os alunos e as professoras, se estenderam à organização do espaço físico, separação e verificação do material que seria usado, leitura em voz alta da prova pela professora parte a parte e realização pelos alunos, com direito a muitas mãozinhas levantadas para esclarecimentos de dúvidas.

Vencida esta primeira etapa ficaram as boas recordações, singelas imagens e deliciosas frases para lembrar:

P(Professora): “Eu me lembro até hoje da minha primeira prova. Este dia ficou em minha memória.”

A (Aluno): “E a gente também não vai esquecer, não é?”

P: “Vamos verificar o tamanho do lápis, ver se está bem apontado, se a borracha está limpinha. Peguem a régua e a caneta marca-texto.”

A: “Eu estou assustado. Minha barriga está doendo.”

P: “Não precisa se sentir assim. Hoje é um dia importante, mas também vamos fazer coisas como num dia qualquer. A diferença é que vamos precisar de mais silêncio. Todos vão conseguir fazer, só precisam dar o seu melhor.”

A: “A letra também é importante, não é?”

P: “Sim. Caprichar na letra também faz parte de dar o seu melhor!”

A: “É pra fazer um xizinho ou um xizão?”

P: “O que é revisar a prova?”

A: “É ver se eu não coloquei letras a mais ou letra a menos na palavra.”

A: “Não é só isso! É ver se está tudo certo!”

A: “Professora, acho que estou acertando tudo!”

 

Pontos de vista

Durante as aulas de Geografia os alunos realizaram uma atividade de alfabetização cartográfica para compreenderem o assunto Pontos de Vista.

Os alunos montaram e fotografaram alguns cenários para explorar a Visão Superior e a Visão Oblíqua. Assim puderam compreender o processo de mapeamento de um lugar.

Depois, utilizando plástico transparente e caneta permanente fizeram a planta do cenário a partir da visão superior.

Foi grande a surpresa dos alunos ao perceberem que, ao colocarem o plástico sobre um fundo branco eles tinham realmente conseguido reproduzir o cenário a partir da visão superior, antes tão abstrata para eles!

 

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