Diário de viagem: Brotas – por: Gabriel Sandroni Bitolo 6º ano C

Primeiro dia: A chegada

         Foi uma viagem longa de ônibus até Brotas, no interior de São Paulo. Iríamos (eu e minha escola) a um acampamento fazer várias atividades divertidas e é claro, estudar!

Nos trocamos nesses pequenos quartos (provisórios) pois os nossos ainda iam ser arrumados e fomos para a  piscina! Foi muito divertido. Fui no tobogã e nas piscinas, eu estava gostando muito.

Saímos e fomos almoçar. O almoço estava muito bom, havia arroz, feijão, macarrão e muitas outras coisas. Também havia sobremesa, tinha pudim-de-leite, gelatina, etc.

E finalmente, depois de almoçar, fomos aos quartos definitivos. Era um quarto com alguns beliches. Eu dormi em baixo e meu amigo Gabriel Caram dormiu em cima. Arrumei minha cama e minhas coisas.

Depois disso, fomos de ônibus à Barra Bonita, uma cidade perto do acampamento Peraltas, em Brotas. Na eclusa (elevador-de-água), foi muito legal! Lá aprendi várias coisas sobre o Rio Tietê e sobre o funcionamento de uma eclusa. Tinha até um barzinho em que se vendia pipoca dentro do barco.

Á noite, fomos ao CEU (Centro de Estudos do Universo) e aprendemos sobre as eras geológicas do planeta Terra e sua formação.

Estava sendo divertido, e eu mal podia esperar o que estava por vir.

Segundo dia: Manhã de estudos

       Acordei com os gritos dos monitores (faziam isso todos os dias para nos acordar). Tirei o pijama e todos foram com o nosso monitor (Murilo) até o refeitório.

Após o café, fomos novamente ao CEU, mas desta vez estudamos sobre rochas e suas características. Foi bem interessante.

Após esta atividade, assistimos um vídeo projetado no teto de uma sala sobre como seria o planeta em 2100 se ele continuasse deste jeito.

Almoçamos deliciosas comidas como no dia anterior.

Tivemos uma manhã de estudos, mas à tarde, fizemos gincanas e fomos ao ginásio. Lá, pulei na cama elástica, montei no touro mecânico, joguei futebol e muitas outras coisas. À noite, também fiz uma gincana muito legal na qual devíamos usar nossas lanternas para enxergar no escuro. O acampamento era muito grande e haviam lugares que delimitavam até onde podíamos ir.

Essa foi a melhor noite no quarto! Fiz guerra de travesseiros com meus amigos, assistimos a um filme na televisão e até fizemos balada no quarto! Meu amigo tinha levado uma lanterna que pisca e também tinham levado celulares. Colocaram músicas e a balada estava pronta. Este dia foi muito bom e o próximo dia prometia ainda mais.

Terceiro dia: O Bóia-Cross!

       Acordamos e já começamos a arrumar nossas malas, porque iríamos partir para SP já nesse dia.

Tomamos café-da-manhã (como sempre, muito bom) e fomos para a atividade mais divertida e emocionante da viagem inteira, o Bóia-Cross.

O Boia-Cross funciona assim: você monta em uma boia e desse um rio com correntezas e partes mais tranquilas. No caso de Brotas, o rio que fiz a atividade é chamado Jacaré-Pepira. A água era muito gelada e isso deixava a aventura mais engraçada se alguém caísse da boia.

Eu caí da boia duas vezes e dei muitas risadas. Tinha que tomar cuidado com os pequenos galhos que haviam nas margens do rio, eles podiam machucar.

Logo depois, tivemos que carregar as boias pesadas mais um tempo até entrarmos no ônibus e voltarmos ao acampamento. Eu achava que não iria dar tempo de brincar na outra parte da piscina, mas acabou dando.

Fomos então, na piscina que tinha o tobogã amarelo (o maior de todos). Foi muito legal descer ele! Também joguei futebol de sabão e nadei na piscina.

Voltamos aos quartos e terminamos de arrumar nossas malas. Ainda deu um tempinho de comprar balas e refrigerante na lojinha do acampamento.

E então partirmos para SP, tristes que a viagem tinha acabado.

É um lugar muito divertido e espero voltar lá algum dia com a minha família.

 

 

 

Registro poético da vida – Ensino Fundamental II

As turmas do 8º ano estão finalizando um mapa da vida, trabalho artístico que representa memórias de vida ou gostos pessoais. Utilizamos vários suportes escolhidos pelas turmas: banquinho de madeira, placa de vidro, caixa de papelão etc. Na diversidade de materiais é possível visualizar as peculiaridades dos alunos, tivemos pista de skate, representação de festa junina, caixa de histórias, jogo de xadrez…

Primeiramente estudamos dois artistas cujas obras se relacionam com suas histórias

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de vida, que costumam despertar curiosidade: Frida Kahlo e Arthur Bispo do Rosário. A pintora mexicana sofre um acidente que muda o rumo de sua vida e isto está presente de forma evidente em suas obras. Enquanto Bispo, considerado louco, desenvolve um inventário do mundo, grande parte marcado por sua internação em manicômios. Depois, cada estudante foi convidado a criar um registro poético de sua própria vida. Fizemos rascunhos, discutimos e depois… mão na massa! Aguardem a exposição na Mostra Cultural!

Festa Junina na Villare

 Junho é mês de festa tradicional! E nossa escola comemorou com alegria essa data.

A origem da festa é uma junção de diversas influências: pagã, indígena e europeia.

Os índios que aqui habitavam, antes mesmo de os portugueses chegarem, já faziam importantes rituais durante o mês de junho. Embora essa época marque o início do inverno em nosso país, eles tinham várias celebrações ligadas à agricultura, com cantos, danças e muita comida.

Os países católicos europeus comemoravam, desde a Idade Média, o aniversário de três santos, no mês junino: São Pedro (29); Santo Antônio (13) e São João (24), o principal homenageado. O nome inicial era, devido a isso, Festa Joanina.

A quadrilha se originou nas contradanças, nos salões franceses, século XVII. Chegou ao Brasil, no século XIX, pelos nobres portugueses e foi se transformando, com inspirações indígena e africana, até chegar às festas juninas.

No Hemisfério Norte, o solstício de verão era comemorado em várias festividades pagãs, com fogueiras. Lá, essa data marca o dia mais longo e a noite mais curta do ano.

Outra simbologia das fogueiras representa um traço católico: Isabel, mãe de São João, combinou com a prima, a Virgem Maria, que, quando chegasse a hora do parto, faria uma fogueira para que esta viesse ajudá-la.

Comemora-se no Brasil inteiro essa festa, mas é no Nordeste em que ela ganha grande destaque. Os nordestinos aproveitam as festividades, como forma de agradecimento às chuvas escassas na região. Além disso, as comemorações juninas representam importante momento, pois os festejos atraem diversos turistas.

NOSSO ARRAIÁ

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Nos dias 27 e 28 de junho, abrimos nossa escola para festejar a tradição.

Nós todos, equipe e alunos, trabalhamos muito para receber os convidados.

E aIMG_8914 equipe de nosso Jornal esteve lá, representada por João Pedro Joaquim e Juan Gentil, do 8° ano. Entrevistaram pessoas de várias idades. Dentre elas, Pedro Olmos, 7, que disse que “a festa estava muito legal!”. Anderson, 43, gostou muito da quadrilha do 4°D e João Carlos, 69, achou tudo muito bem organizado.

Teve tudo de “bão” do milho: curau, pamonha, bolo, suco, canjica e ele mesmo, o “mio”!

Teve pescaria, boca-do-palhaço, canaleta, bola na lata, bingo, caixa-surpresa, correio-elegante, tudo para trazer alegria às crianças de ontem e hoje.

Teve baião, teve forró, tudo tocado pelas “estrelas da casa”. Nossos alunos do Ensino Médio interpretaram canções típicas, desde Gil a Gonzagão.

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Teve dança? Pois foi melhor ainda, sô!  Como fizeram bonito os alunos do Infantil e dos Fundamentais I e II! E os danados dos professores estavam lá, se divertindo no arrasta-pé!

Teve narração de causo, do 6° ano. Teve concurso de receitas típicas, do 7°. Teve mural de memórias juninas, do 8° e até correio-elegante do 9°!DSC05626

Teve também compromisso na festa: a Barraca da Cidadania arrecadou fundos para auxiliar duas instituições: “Lar Nossa Senhora das Mercês” e “Associação Fernanda Bianchini”.  Além disso, juntamos anéis de lata para a campanha “Lacre Amigo”, com a intenção de conseguir cadeira de roda para um irmão necessitado. Atenção: a campanha continua na escola!

Teve menina de ruge e pintinha, “que só pensava em namorá”. Teve rapaz de camisa xadrez e calça remendada, que só queria “xodó”. Teve gente de olho brilhando, fugindo da cobra, da chuva, da ponte quebrada e no ritmo do casório. Teve gente feliz por demais!

Nossa festa despertou a memória afetiva que existe dentro de cada um de nós. E ela vem de longe. Da época da simplicidade, da vida no campo, do cumprimento sincero, do olho no olho, do abraço apertado. Do cafezinho com bolo esquentando a conversa ao pé do fogão. Das cadeiras nas calçadas e dos pés descalços nas ruas vazias de agitação.

Ocê tá convidado pra próxima! Inté!

Equipe do Newsletter Villare

Teatro em Inglês para alunos do Fundamental II – Promovendo vivências no idioma

Para ampliar ainda mais seus conhecimentos em língua inglesa e praticar o idioma de forma descontraída, no último dia 21 os alunos do Ensino Fundamental II tiveram a oportunidade de assistir ao espetáculo da companhia internacional de teatro The Performers.

Os alunos de 6º ano assistiram ao espetáculo Merlin que narra a história de um jovem aprendiz de magia que se apaixona pela filha de seu mestre. Já os alunos de 8º e 9º ano puderam apreciar uma adaptação da obra Hamlet, de William Shakespeare.

Além de assistirem à peça, os alunos se reuniram com as professoras de inglês ao término do espetáculo para debater e escrever sobre os temas propostos.

Confira alguns depoimentos:

I liked the play. Now I am hungry because of the pizza. (Ana Clara – 6ºB)

I like the play because there were lots of songs. (Luisa Garcia – 6ºB)

It’s funny because of the effects and jokes. (Gabriel Caram – 6ºC)

My friends and I loved the songs. (Maria Clara – 6ºC)

I loved the theater play because the wizard and Sam are very funny. (Maria Clara Ustulim – 6ºD)

The characters are very funny and exciting. (Lorenzo Polzatto – 6ºD)

Zach Marks visita a Escola Villare – Fundamental II

Recebemos em nossa escola Zach Marks, o adolescente norte americano que, aos 12 anos, criou uma rede social para crianças e adolescentes – o Grom Social.

Hoje, aos 15 anos, Zach conta com mais de um milhão de membros em sua rede social e compartilhou com os nossos alunos do 6º ao 9º ano alguns diferenciais do Grom Social, além de contar a interessante história de como teve a iniciativa de criar uma rede social.

O bate papo foi mediado pela equipe de inglês e proporcionou aos alunos um contato maior com a língua inglesa.

A vinda de Zach ao Brasil faz parte de uma atividade proposta pela Smart High School, uma vez que também é aluno da Florida Virtual School, cuja plataforma é usada no programa duo diploma (Ensino Médio brasileiro + High School americano) oferecido por nossa escola.

SOME STUDENTS’ TESTIMONIALS

“Zack’s presentation was great because he is funny! Grom Social is the best! It’s very safe, there are lots of games, you can make your virtual world, chat with people from other countries and much more! I loved it!” (Bruna Tonus –

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6C)

“I liked the presentation because Zach is funny, his life is awesome! Grom Social is the best site because it’s very safe and fun. It has games and it’s similar to facebook, but safer!” (Gustavo Soratto – 6C)

“I think the presentation was really cool. I liked Zach’s life and website. Grom Social is great, it’s possible for you to make friends and talk with people from other countries.” (Beatriz João – 7B)

“I liked the presentation because the website is so cool. Grom Social is great because it’s safe for children and teens. You can chat with famous people and Zach himself!” (Nathália Rodrigues – 6A)

“In Zach’s presentation, I learned a lot of English, it was so good to listen to an American boy. His website is a very good idea because teenagers and children can use them.” (Laura Assanti – 6A)

“In my opinion, the site is great because it is really safe and cool for kids that are not allowed to have a facebook account. It is full of games and things to do. You can even talk to celebrities! Zach is a really nice person and a very creative boy.” (Isabela Gatti – 7B)

“Zack’s life is so good! He lives in Florida and the presentation was great! He created a site for children and teenagers, it’s so safe and we can play games online.” (Gabriel Sandroni – 6C)

“I liked the presentation because Grom Social is safe and full of games. Zach is 14 years old and Grom is 3. Zach created the site when he was 11. It is great, we can post videos, talk to celebrities and to people from all over the world.” (Maria Clara – 6C)

“Grom Social is a funny networking site where we can create characters, play different games and talk to people from other parts of the world. It was a great presentation and Zach showed the best parts of his website.” (Victorio Petarnella – 7A)

“Zach is funny and very polite. I liked the idea of the website that is very safe for us, who are not 18 yet. In my opinion, his presentation was very good. Congratulations, Zach! I loved everything!” (Livia Reck – 7A).

“I think the website is very cool. We can do many things, like playing games, watching videos, getting to know other people from different countries… and even talking to celebrities. We learned why he created the website, he talked about his life, too.” (Vitória – 7A)

Reginaldo Prandi: visita às origens populares

“É preciso que se conte
Senão nada aconteceu
A vida é muito maior
Que o pouco que se viveu”

Jean Garfunkel

Nossos alunos de 6° ano perceberam o quanto esse trecho poético deve ser levado a sério no emaranhado de informações de origem tecnológica ao nosso redor. Ao estudarem o gênero conto popular, vêm à tona discussões sobre a importância da narrativa contada boca a boca e do quanto isso torna genuína nossa história.

Dentro dessa perspectiva, ler “Minha querida assombração”, de Reginaldo Prandi, foi e é sempre um presente para nós: viagem em família, comida da fazenda, histórias contadas ao pé do fogão a lenha, assombrações. Todos esses ingredientes enriqueceram muito nosso imaginário e a percepção do valor da cultura do povo, que somos todos nós.

Reginaldo Prandi mais uma vez esteve presente em nossa escola. Suas visitas engrandecem não só o significado da leitura da narrativa, mas também nossa visão carinhosa em direção às nossas raízes.

Professora Simone Jorge

PETAR 8º Ano – 2015

Os alunos do 8º ano participaram do Estudo do Meio no Petar. Criado em 1958, o parque estende-se por uma área de 35.712 hectares e abriga um valioso patrimônio natural da região do Alto do Ribeira, composto por sítios paleontológicos, arqueológicos e históricos além de uma grande diversidade biológica característica da Mata Atlântica. O grande atrativo do parque é a política de manejo e a constante preocupação em manter a estruturação do turismo minimizando impacto de todos os tipos, promovendo a manutenção de trilhas e envolvendo a comunidade local neste trabalho.

Nosso roteiro englobou visita às cavernas (Morro Preto, Água Suja e Santana), visita à Reserva Betary, e um pouco de história em nossa vivência na comunidade quilombola de Ivaporunduva – na qual participamos de algumas oficinas tais como: ervas medicinais, farinha de mandioca, caça e pesca e artesanato.

 O objetivo do nosso trabalho foi provocar nos alunos uma reflexão sobre o tema preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e um estudo aprofundado nas formações das cavernas.

Veja alguns momentos de nossa viagem:

 

Viagem de Estudo do Meio – Brotas 6°ano

Leiam abaixo alguns comentários de nossos alunos sobre a viagem de estudo do meio a Brotas:

Estação de tratamento de água – ETA

“Pudemos observar a água que eles coletavam que vai para um reservatório, o nível dele é medido por uma boia (uma parte fica dentro e outra fica para fora). Logo depois, tomamos uma água que vinha diretamente do tratamento, era uma água diferente, até parecia que ela era mais viva, sabe?!”.

“Após almoçar, nós fomos ver como funcionava o bombeamento de água em Brotas, para isso nós fizemos uma trilha e depois nós fomos ver o tratamento do esgoto, lá era muito fedido. Aprendemos também sobre as bactérias que vivem na água”.

Eclusa – Barra Bonita

“Quando chegamos a Barra Bonita, a bióloga fez algumas explicações gerais e navegamos no Tietê até chegar à eclusa. Ela é ENORME! Toda rochosa e tecnológica, e em questão de 10 minutos, já estávamos lá em cima”.

“Foi tão incrível ver como a eclusa funciona, parece ser tão simples, se bem que não é bem assim. A eclusa era muito legal, muito bom ver o rio limpo, sentir o vento batendo em seu rosto. Nem parecia que estávamos subindo, pois foi muito lentamente”.

 Fundação CEU – Geo Show

“Ao anoitecer, nós fomos ver uma apresentação no CEU, cujo nome era Geo Show, ela falava sobre o início da terra e sua formação”.

“Durante a noite, fomos ao CEU (centro de estudos do universo) para assistir a uma apresentação chamada Geo-Show, com direito a muitos efeitos especiais irados e muito frio, além de aprender sobre a história da Terra”.
“A apresentação foi ao ar livre…Demais!”.

 

Oficina de Rochas

“Quando acordamos, tomamos café e fomos para a oficina de rochas onde aprendemos sobre o mármore, quartzito, granito entre outros. mas esse lugar era diferente, pois era uma caverna cenográfica”.

“A atividade de identificação de rochas me fez sentir como um pesquisador, identificando os tipos de rochas daquela caverna”.

Floating

“Naquele dia eu estava animado, pois era minha primeira vez fazendo floating (era pra ser boia cross, mas o nível do rio estava baixo), então quando chegamos ao rio Jacaré Pepira partimos para a aventura. Floating é bem legal, porém quando sua equipe não te escuta e não sabe remar isso fica chatinho. Prosseguimos devagar, não conseguimos virar e empacávamos em quase todas as pedras. Valeu pela experiência”.

Tempo Livre e Diversão

“No acampamento fomos fazer tirolesa no lago, cada tombo era um grito (a água estava congelando) foi muito engraçado”.

“Nos aquecemos na piscina e nos divertimos muito fazendo uma correnteza, dando várias voltas na piscina até a água dar voltas sem precisar da gente”.

“A piscina era gigante e muito divertida com o toboágua. O almoço era uma delícia. Meu Deus, que comida boa!”.

“Nós, meninas, fomos para o futebol de sabão. Adoramos! Um lugar onde levávamos vários tombos escorregadios e super legais, pois era no sabão”.

 

Exposição Amazônia Mundi – 7°ano

Após o estudo sobre a região norte em Geografia e lendas em Português, os alunos da Escola Villare tiveram a oportunidade de vivenciar, na exposição Amazônia Mundi, uma vila Amazônica! Com as casas típicas (a Casa da Farinha, a Casa da Borracha e a Casa dos Fitoterápicos e Cosméticos), tiveram a experiência de viajar pela maior biodiversidade do planeta, além da oportunidade de

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conhecer melhor a população e a cultura da região.

A exposição proporciona um contato com a realidade da floresta. Nosso objetivo com este estudo do meio foi de levar os alunos mais uma vez a refletir sobre a necessidade de preservar, além de valorizar os aspectos socioculturais da região e, consequentemente, do Brasil como um todo.

 

“Eu gostei do passeio, aprendi uma coisa que eu não imaginava: O quê? Existem carros lá! Foi o mais interessante, porque meu seminário falava sobre isso”.

Juan Gentil

No passeio para o Sesc eu aprendi várias coisas sobre a região Norte que eu não sabia antes, como: as brigas entre os índios e brancos pelas terras. Adorei também o documentário que assistimos sobre a vida das pessoas da região. Foi muito legal e eu queria voltar lá de novo!”

Julia Mendes

“Foi muito legal, pois tinha a ver com que estávamos estudando em geografia e português”.

João Pedro

“Achei o passeio ao Sesc muito interessante, pois tivemos a oportunidade de perceber que na região Norte não existem somente florestas, também há cidades grandes e pessoas que migram para lá em busca de melhores condições de vida”.

Leonardo Dompieri

Os vasos gregos e a produção do 7°ano

Os vasos gregos são um trabalho à parte! Desenvolvem-se por toda a Grécia, alguns somente decorados com formas geométricas, outros com formas geométricas decorativas  com desenhos referentes à mitologia grega.

A coloração preta e vermelha ou marrom corresponde à própria cor da argila. Em nosso trabalho os alunos do 7°ano entraram em contato com a arte grega,  pesquisaram as formas dos vasos e por fim elaboraram um projeto pensando nos seguintes elementos: as formas, os temas e as cores.

 

Os desenhos foram riscados na argila. O processo todo é muito lento e deve ser feito cuidadosamente para que as peças não sofram nenhum dano.