VII Mostra de teatro Villare

“Todas as pessoas são capazes de atuar no palco. Todas as pessoas são capazes de improvisar. As pessoas que desejarem são capazes de jogar e aprender a ter valor no palco.” (Viola Spolin)

E foi assim que aconteceu na nossa VII Mostra de teatro Villare. Mais de 300 alunos (crianças e adolescentes) compostos dos cursos curriculares e extracurriculares da escola ganharam a cena na mostra interna de teatro, atualmente composta por 12 espetáculos.

Esse espaço valoriza o fazer teatral e não apenas o resultado. Por isso, todas as etapas, desde a elaboração até a apresentação, são importantes. Os alunos são submetidos a um projeto, ao longo do ano, que pode ser de um trabalho com texto ou de composição deles. Se escolherem um texto pronto, viverão um processo mais contemporâneo de desconstrução do texto como modelo de ação; caso escolham fazer a dramaturgia, os alunos são convidados a participar de um processo colaborativo, no qual vão tomando todas as decisões no coletivo, desde a escolha do tema, até figurino, sonoplastia e construção do texto.

Nos dois casos, o mais importante é a liberdade criativa e a sintonia do grupo. Isso, porque do resultado final é isto que ficará em destaque: o trabalho em grupo.

Nossa escola NÃO valoriza o talento, já que acreditamos que todos são capazes de atuar e porque teatro é uma arte que pode desenvolver habilidades que aguçam a nossa sensibilidade, concentração, presença, foco, expressão corporal e vocal.

E isso tanto é verdade que pudemos constatar nas reflexões cênicas criadas por nossos alunos criações genuínas, singelas, feitas com entrega e com total presença e que trouxeram a plateia à cena ora por serem cenas reflexivas, ora por serem cômicas, ora por serem mais poéticas, mas o mais importante é que sempre se preservou a autoria de cada agrupamento, a liberdade criativa e as descobertas cênicas.

Estamos orgulhosos por tantas descobertas!

Parabéns atores-jogadores!

A viagem de estudo do meio na região de Paraty

A viagem de estudo do meio na região de Paraty-RJ, foi muito enriquecedora. Aspectos naturais, históricos e tecnológicos ficaram evidentes ao longo dos quatro dias de trabalho integrado às disciplinas de Ciências, História e Geografia. A região do Saco do Mamanguá, o Centro Histórico, a Central Nuclear de Angra dos Reis ofereceram um mosaico de experiências que qualificam a formação de nossos alunos do 7º Ano.

Interclasses 8º e 9º ano

O clima era de euforia e muita descontração na sexta, dia 03 de junho, no Espaço Poliesportivo e Cultural, quando foram realizados os Jogos Interclasses de 8º e 9º ano.

A proposta era que os alunos se organizassem para este esperado evento esportivo, em diversos aspectos: cor e customização de suas camisetas de jogo, regras de substituição de jogadores, torcida, estratégias de jogo e até escolha das modalidades.

O evento teve início às 14h30 com a apresentação do hino nacional e o juramento do atleta.

Nossos alunos competiram nas modalidades futebol masculino, handebol feminino e dodgeball misto.

Foram arrecadados agasalhos para doação, sendo que cada aluno participante poderia contribuir, aumentando assim a pontuação para a sua sala.

Foi uma tarde de integração e com jogos bastante disputados!!!

Parabéns a todos os participantes!!!

Acompanhem os resultados dos jogos e a classificação geral da competição:

Tabela 1 (Copy)

Tabela 2 (Copy)

Interclasses 6º e 7º ano – Ensino Fundamental II

O clima era de euforia e muita descontração no sábado, dia 30 de abril, no Espaço Poliesportivo e Cultural, quando foram realizados os Jogos Interclasses de 6º e 7º ano.

A proposta era que os alunos se organizassem para este esperado evento esportivo, em diversos aspectos: cor e customização de suas camisetas de jogo, regras de substituição de jogadores, torcida, estratégias de jogo e até escolha das modalidades.

O evento teve início às 8h30 com a apresentação do hino nacional e o juramento do atleta.

Nossos alunos competiram nas modalidades futebol masculino, basquete feminino, dodgebal misto e tênis de mesa masculino e feminino que foi a novidade deste ano.

Enquanto os jogos aconteciam na quadra, simultaneamente acontecia o tênis de mesa no espaço superior.

Foram arrecadados produtos de limpeza e higiene para doação, sendo que cada aluno participante poderia contribuir, aumentando assim a pontuação para a sua sala.

Foi uma manhã de integração e com jogos bastante disputados!!!

Nossos alunos contaram com a torcida dos pais, dos amigos e familiares que acompanharam atentamente cada disputa.

Parabéns a todos os participantes!!!

Acompanhem os resultados dos jogos e a classificação geral da competição:

RESULTADO FINAL

7ºA

1º LUGAR

440

7ºC

2º LUGAR

360

7ºB

3º LUGAR

340

6ºD/6ºB

4º LUGAR

280

6ºA/6ºC 5º LUGAR

270

XIII Semana de Estudos Clássicos e Educação da FEUSP

O  Grupo de Contadores de Histórias da Escola Villare se apresentou na XIII Semana de Estudos Clássicos e Educação da FEUSP (Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo).

O grupo contou histórias da tradição oral selecionadas pelos jovens nas oficinas de narração, um projeto artístico e literário na qual os alunos vivenciam propostas de estudo da arte narrativa por meio de vivências, exercícios e propostas artísticas.

A experiência foi muito significativa e revelou as diferentes aprendizagens que o contato com a arte narrativa proporcionou ao longo dos quase quatro anos de trabalho em que os alunos construíram repertório e habilidades em um processo de elaboração pessoal dos contos, alimentados pelo cultivo da imaginação criadora e das pesquisas artísticas.

Alunos do 9º ano visitam o Museu da Imigração – Ensino Fundamental II

No último dia 14 os alunos e alunas dos nonos anos do Ensino Fundamental fizeram sua primeira saída pedagógica do ano de 2016. A visita ao Museu da Imigração fez parte do projeto “Eu imigrante” que envolve diferentes áreas do conhecimento e será trabalhado ao longo de todo o ano letivo.

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Durante a visita os alunos e alunas tiveram a oportunidade de conhecer o antigo ponto de chegada de milhares de imigrantes vindo de diferentes partes do mundo. Atualmente, a hospedaria antiga abriga o museu e durante a noite funciona como um alberge para a população carente da região.

A visita foi monitorada e acompanhada por funcionários do museu e professores envolvidos no projeto. Um olhar atento dos alunos e alunas os levaram a diferentes reflexões sobre a chegada a um novo continente, sobre as condições materiais desses imigrantes e da população em geral, sobre a questão da escravatura e a conquista de diretos do trabalhador. A obra “É isto um homem?” do artista plástico brasileiro Nuno Ramos foi analisada de diferentes ângulos e suscitou belas discussões sobre o que significa opressão, exploração, construção da identidade e da dignidade de um povo ou de um grupo social. Em um tempo que se discute tanto conquista e perda de direitos dos trabalhadores frente a tantas mudanças no quadro econômico mundial essas discussões se apresentam urgentes e formativas para os alunos e alunas que agora encerram a importante fase do fundamental e começam a se questionar sobre suas próprias futuras carreiras.

Outro ponto do museu que muito chamou a atenção foi a enorme parede com os nomes dos imigrantes talhados. Impressionados com o mar de nomes que se estende por toda a lateral da parte interna do museu, os alunos e alunas logo se colocaram a procurar seus próprios nomes, buscando os vestígios de sua própria origem. Cada nome encontrado era celebrado como um tesouro do passado, uma pequena porta que se abre para que possamos sentir a emoção de ter registrado ali um pedacinho de nossa família, um pouco de nossa própria história. O sentimento de saber que por ali passaram nossos ancestrais era um misto de gratidão pela sua jornada e vitória por nossa própria existência. Não obstante, a reflexão não deixou de lado tantos nomes que foram esquecidos na história, fruto da opressão de um grupo sobre o outro e de uma errônea forma de compreender um povo superior possuidor do direito de subjugar outro. O negro sequestrado e escravizado que também construiu este país não tem seu nome nas paredes, mas não está esquecido em nossas reflexões sobre imigração.

Para encerrar essa tarde de conversas sobre construção da identidade, os alunos e alunas forma convidados a promover um delicioso pic-nic que podia revelar em forma de comida muitos traços da cultura que cada um traz consigo de sua família imigrante e migrante. Sentados na grama, rodeando uma infinidade de delícias, muitas feitas pelos próprios alunos e alunas, puderam conversar sobre a origem daqueles alimentos, provar da cultura de outros povos e refletir como a comida seja talvez o traço mais marcante (e de longe o mais gostoso) de identidade que carregamos quando estamos longe de casa.

Cerimônia de Entrega dos Certificados de Cambridge 2016

No dia 29 de março, realizamos a 4ª Cerimônia de Entrega dos Certificados de Cambridge aos alunos de 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, inscritos nos exames YLE-MOVERS (5º ano), PET (9º ano), FCE (2º ano) e CAE (3º ano) em 2015.

O evento, realizado no CECAPE, contou com a presença de toda equipe de Coordenação, Orientação e Direção da escola, além de pais e familiares que, orgulhosos, cumprimentaram seus filhos por mais uma etapa alcançada em sua trajetória educacional.

A aprovação de 90% nos exames realizados em dezembro do ano passado é resultado de uma estrutura diferenciada no ensino do inglês na Escola Villare. Com uma carga horária ampliada, professores altamente qualificados e materiais desenvolvidos para o trabalho das quatro habilidades linguísticas, alcançamos, pela quarta vez consecutiva, um alto padrão da língua inglesa aceito internacionalmente.

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Don’t judge a book by its cover’ – Is it really true?

As part of Shakespeare 400th death anniversary celebration, 7th graders were asked to create a new design of one of this greatest playwright’s novel. After having read the main plot of some books, such as Romeo and Juliet, Macbeth, Othello, Hamlet and King Lear, students chose one of them to redesign its book cover. In order to do so, students had to explain their choices by using sophisticated structures and vocabulary related to story they had chosen.

As literature is concerned, reading Shakespeare’s classics enabled students not only to enrich their vocabulary in English but it also raised their awareness in terms of the recurring themes, such as love, treachery, honor, bravery and political intrigue, which still resonate in our today’s society. Having such feelings in mind, students presented a new version of Shakespeare’s book covers.

Tradução:

Como parte da comemoração dos 400 anos da morte de Shakespeare, os alunos dos 7º anos criaram um novo design para as obras deste grande poeta e dramaturgo. Após terem lido o enredo de algumas obras, como Romeo e Julieta, Macbeth, Othello, Hamlet e Rei Lear, os alunos escolheram uma obra para representar as capas dos livros de forma diferente. Para tanto, eles tiveram que explicar suas escolhas oralmente fazendo uso de estruturas e vocabulário de níveis mais elevados.

No que se refere à literatura, a leitura dos textos clássicos de Shakespeare permitiram aos alunos não somente um enriquecimento de vocabulário, mas possibilitou também a sensibilização dos alunos referente aos temas recorrentes em cada obra, como amor, traição, coragem e intrigas políticas, que ainda repercutem em assuntos atuais da nossa sociedade. Após a reflexão e discussão destes temas, os alunos apresentaram a nova versão dos livros do poeta.

 

Mostra de Teatro 2015

A VI mostra de teatro da escola Villare é motivo de orgulho por tanta criação sensível e de alto teor reflexivo.

Quando damos a oportunidade de crianças e adolescentes expressarem-se por meio da linguagem do teatro o resultado é um árduo trabalho coletivo que passa pelo viés do querer. Os alunos-atores são protagonistas do seu percurso de aprendizagem. Eles escolhem o tema, pesquisam, expressam suas opiniões, aprendem a trabalhar coletivamente. Isso propicia o ouvir o outro e a expor suas ideias com clareza, até chagarem no momento de criação do roteiro de encenação, que nada mais é do que dar espaço às vozes daquele coletivo.

Assim, a imaginação vem à cena, carregada de lógicas ilógicas, que perpassa pela brincadeira e o jogo. Chega ao enfrentamento do medo, mergulha em um clássico literário nordestino, escorrega nos contos tradicionais, ativa a memória  e conclui que acostumar-se não é a melhor maneira de viver.

O processo é intenso, a plateia vê apenas uma parcela da criação. Após quase um ano de experimentos, eles ganham a oportunidade de mostrar o resultado para um público externo à sala de aula. Um novo aprender fazendo é instaurado. Risos, lágrimas, suspense e inquietações que mexem além do palco são propiciados por meio de pequenos encantamentos poéticos que os alunos-atores promovem aos que os assistem.

A esses meninos e meninas criativos e sensíveis,  nossos parabéns!

 Elaine Ferreira

Professora

Encontro do 8º ano com artista grafiteiro

Qual é a diferença entre grafite e pichação?

Essa foi uma das muitas perguntas feitas pelos alunos do 8º ano no encontro com o artista grafiteiro Job Leocádio. Na ocasião, Job relatou suas vivências como artista de rua. Iniciou seus trabalhos em São Caetano e hoje tem um repertório valorizado, inclusive, no exterior.

Ele também expôs detalhes da história do movimento artístico, que teve início no Brasil na década de oitenta. Os alunos tiveram a oportunidade de ver de perto seu processo artístico desde o desenho e o recorte do stencil, até a imagem do trabalho final. Foi uma rica experiência!

Este encontro fez parte de um projeto vivido pelos alunos nas aulas de Artes, em que estudaram o início do movimento nos EUA e em nosso país, apreciando várias obras de artistas e seus percursos poéticos, relatados em vídeos. Iniciaram um trabalho prático que consiste na produção de camisetas pintadas utilizando a mesma técnica do grafite: stencil. Cada aluno desenvolveu seu próprio desenho para compor a pintura da camiseta. Para que possam ser apreciadas, uma exposição será montada em breve. Aguardem!

E quanto à resposta da pergunta inicial? Esta pode ser respondida facilmente por um de nossos alunos do 8º ano:

“O grafite é a construção de um patrimônio e serve para expressar opiniões e desejos; já a pichação é a destruição de um patrimônio e pode ser usada simplesmente para depredar um lugar ou também para conversas entre diferentes grupos.”

Igor Freitas, 8ºC

 

Confiram fotos deste momento.