“Pizzada do Terceirão” – Amizade saindo do forno! – Ensino Médio

É frequente que grandes ocasiões, negócios, eventos ou comemorações sejam celebrados em volta de uma boa mesa. Além de abastecer o corpo, o cenário composto pelos aromas dos temperos e pelos sabores alimenta a interação entre as pessoas. Emoções quentes saem do forno!

Com o 3º ano do Ensino Médio na reta final, os “vestibulandos” tiveram sua tensão quebrada por um momento especial! Os alunos botaram, literalmente, as mãos na massa e arquitetaram pizzas para seus colegas e professores, colorindo o espaço da escola com calabresa, amizade, queijo, companheirismo, cebola, música… Tudo ao molho de alguma saudade, na já tradicional “Pizzada do Terceirão”!

Que o sabor dessa noite fique guardado em suas lembranças e em seus sentidos, assim como estão esses “meninos e meninas” guardados na história da Villare e de seus professores!

Obrigado e parabéns aos chefs!

Interclasses – Ensino Médio

No dia 2 de setembro (sexta-feira), nos encontramos novamente no espaço poliesportivo e cultural da escola, desta vez para prestigiar e torcer pelos alunos nos jogos interclasses das turmas do ensino médio.

Os alunos participaram nas modalidades Futebol masculino, Handebol feminino e Dodgeball misto, além das torcidas organizadas na arquibancada.

Toda a organização das equipes e uniformes, as substituições e estratégias de jogos foram de responsabilidade dos próprios alunos.

Contamos com a participação de árbitros da federação paulista de futebol e dos nossos professores capacitados para a arbitragem dos demais jogos.

Participaram 101 alunos deste evento, totalizando 7 salas.

Os times se empenharam muito para ganhar o título de campeão dos jogos interclasses! Acompanhamos disputas acirradas, empates, decisão nos pênaltis e muita diversão durante todo o evento.

Parabéns a todas as equipes!

Confiram as fotos e a classificação das salas!!

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Viagem de estudos em Brasília – Ensino Médio

A chegada é sempre cercada de expectativas. Será boa a viagem? Bastaram alguns segundos em Brasília para que a perspectiva mudasse. Essa não seria apenas mais uma viagem. O desafio de fazer parte estava só começando. Agora somos peças do jogo, junto a tantos outros que ali se manifestam.

No espaço Lúcio Costa nos deparamos com a maquete do Plano Piloto. A Catedral, a Esplanada e, finalmente, o momento das formalidades! Os poderes vistos de dentro. Se você assitiu aos noticiários da noite de 03/08 na TV, nos viu fazendo parte da história.

Experimentamos a participação política por dentro do poder. Assistimos a uma sessão da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados ao lado de políticos, secretários de Educação dos estados, técnicos do MEC.

Depois da experiência legislativa, nos dirigimos ao judiciário. Entramos em uma plenária do Supremo Tribunal Federal. E lá estavam os ministros que vemos citados nas mais acirradas questões da nossa sociedade!

E assim constituímos uma percepção própria e autônoma sobre viajar através da realidade! Mas a viagem continua e, certamente, ainda temos muito o que vivenciar por aqui!


 

Brasília de dentro da Maquete!

Passamos a quinta-feira imersos na escala humana de Brasília! Caminhadas, experiências, a presença olímpica. Que vista do alto da torre de TV! Que aula de História no memorial JK! Vivenciamos a olimpíada ao nosso lado no Estádio Nacional, conhecemos as superquadras idealizadas por Niemeyer e Lúcio Costa e terminamos o dia admirando um lindo pôr do sol às margens do Lago Paranoá!

“É muito comum ver fotos da década de 60 de prefeitos e profissionais contemplando um projeto de revitalização ou plano de uma nova cidade em uma maquete. É essa perspectiva que interessa aos modernistas” Essa citação presente em nosso guia de campo nos intrigou.

Longe de constituir uma crítica ou diminuir a importância da arquitetura modernista, a discussão a que nos propusemos hoje, através das palavras, das imagens e sobretudo das solas dos sapatos, procura desvendar uma Brasília viva sob o ritmo e as representações de seus habitantes.

Nas linhas de Niemeyer, planos e formas parecem flutuar uns sob os outros, mas entre o plano do chão e essas linhas há espaço para uma dinâmica própria com as questões e as especificidades de uma cidade que pulsa no encontro das diferentes culturas que nela coexistem.

E foi caminhando por alguns quilômetros sob o sol das vésperas do 1ºjogo de futebol da seleção brasileira na Olimpíada Rio 2016 que percebemos, conforme os conceitos defendidos pelo urbanista Jan Ghel, as diferentes escalas possíveis no planejamento de uma cidade: a escala vista do céu, a escala vista do alto e a escala humana. Mergulhamos e nos inserimos na cidade que conhecemos, ontem, na maquete!

Vistas do céu, as linhas são harmoniosas e sensíveis. O acesso à Torre de Tv nos elevou a 75 metros do solo. Nessa escala vista do alto, ficam evidentes as preocupações com a organização do espaço a partir de suas funções. No entanto essas duas escalas pressupõe uma previsibilidade do elemento humano que as experimentará, dificilmente concretizada na realidade.

Na escala humana, aquela da perspectiva dos olhos das pessoas que se deslocam lentamente experimentando o espaço, não se observa muita desenvoltura. Percebemos que o número de pessoas que utiliza o carro é muito maior que o número de pessoas que utiliza outros transportes e muitas vezes superior ao de habitantes se deslocando a pé! O que poderia ser visto como uma exceção socioeconômica, com o acesso a tal meio de transporte por grande número de pessoas, torna-se um problema com os longos congestionamentos que, certamente, não foram planejados.

Eixos e avenidas difíceis de atravessar, calçadas estreitas e longas, grande espaço entre os prédios. Os três quilômetros entre a torre de Tv e o memorial JK foram entediantes! Não fossem as incríveis entrevistas que realizamos com os comerciantes e visitantes da feira de artesanato e alimentos da Torre de Tv e, é claro, nossa própria animação, não veríamos brasilienses ao longo do percurso. Os espaços urbanos, quando não monumentais ou institucionais, não pareciam ocupados.

Mesmo na área urbana do Plano Piloto, nas superquadras, o elemento humano é disperso e não chama a atenção.

A questão se repete, em parte, quando o assunto é o lazer. O longo deslocamento até o Jardim botânico de Brasília se reflete na baixa frequência de pessoas a essa instalação pública. Há, ainda, a diferença expressa entre os espaços públicos e os espaços privados. A lógica privada parece mais integrada à escala humana, talvez pelo consumo, talvez pelo convívio.

Fato é que apenas ao pôr do sol no “Pontão Lago Sul”, espaço que mistura elementos de parque, centro de serviços, gastronomia e shopping, às margens do lago Paranoá, pudemos ver uma cidade viva e que nos encheu de energia, justamente ao crepúsculo! Foi o meio de não apagarmos, em nós, a possibilidade de uma Brasília mais viva e humana!

 

ENCONTRÃO 2016: Foram tão jovens! – Ensino Médio

Final de semana se aproxima. Sexta-feira, 20 de maio. Ansiedade, nervosismo, preocupação. Não! Não era mais uma semana de provas. Era o dia do Encontrão*. Nada mais propício para inspirar um elogio à arte! Dia de compartilhar o prazer da música, a sutileza da poesia, a irreverência do improviso!

Capitaneados pelos professores Elaine Ferreira, de Arte e David Campbell, de Filosofia, os alunos escolheram textos e repertório musical variado, ecléticos, mas que número após número refletiu a identidade e a diversidade do grupo: da MPB ao Rap, da narrativa fantástica aos clássicos da poesia.

Nesse crepúsculo de sexta-feira o nervosismo foi se transformando em encanto, a ansiedade travestiu-se em emoção e a preocupação em sucesso! O espaço escolar, território do conhecimento, ampliou-se e pulsou sob as rimas e acordes, aproximando seus habitantes, a legião dos alunos, de um horizonte de merecidas possibilidades.

Durante duas horas foram, mas serão para sempre, tão jovens!

*O “Encontrão” é um sarau produzido e protagonizado pelos alunos e professores do Ensino Médio da Escola Villare, onde não se sabe exatamente o que se procura, mas que através da arte, certamente se encontra!

 

Estudo do Meio – Serra da Canastra – 1º ano do Ensino Médio

Ver o novo… de novo!

A sensação de ver um filme pela segunda vez, observando seus detalhes, seus diálogos, explorando cenas antes não percebidas, pode ser muito boa! Imagine, então, se as personagens dos cenários fossem outras, ou fossem se transformando, de forma que cada próxima imagem fosse imprevisível? Conhecer pessoas é conhecer mundos!

Foi essa a sensação que vivemos ao retornar, depois de um ano, à Serra da Canastra para a realização de mais um Estudo do Meio, agora com a nova turma do 1º ano do Ensino Médio. São muitos os relatos e os elementos colhidos, mas as pessoas e seu cotidiano serão alçadas ao estrelato nesse momento.

Além das recompensas naturais da longa viagem, a energia de Furnas, o aconchegante banho na represa quentinha ou o revigorante batismo das águas geladas do São Francisco, que apesar de incríveis eram previsíveis, experimentamos o intangível, aquilo que não era palpável, concreto, através das dezenas de entrevistas realizadas e compartilhadas. Nada mais propício para um novo mergulho! Dessa vez, nas águas da alteridade.

Assim, já no terceiro dia de aventura, após vasta instrumentação teórica sobre o cerrado, os recursos hídricos, parques nacionais, patrimônio imaterial, foi possível observar e contrapor esses mesmos elementos na representação social local. De volta da “parte alta” do Parque Nacional da Serra da Canastra, nos lançamos ao corpo a corpo com a população local, trazendo à luz suas percepções, o que, sem dúvida, desmistificou algumas de nossas convicções e reconstruiu alguns de nossos conceitos, ampliando nossas possibilidades de leitura da realidade.

Até hoje, depois de 45 anos de sua criação, o Parque Nacional da Serra da Canastra não foi “implantado” em toda área prevista, havendo embates judiciais que envolvem direitos, indenizações e a necessidade de criação de legislação específica. Mas como essa dificuldade se reflete nas falas, por vezes simples e impregnadas de símbolos, ou mesmo no modo de vida das personagens nesse cenário? A suposição sobre “estar melhor ou pior”, com ou sem o parque, é constante entre os moradores de São Roque de Minas e ensina o quanto a realidade é relativa.

É muito positivo que os jovens retornem com olhares mais ricos, descongelados e mediados por um novo universo. Desembarcamos na Villare com aquela sensação de termos descoberto novos detalhes em um bom filme revisto!

Um bonde chamado… cultura! – Ensino Médio

Que tipo de entretenimento pode cativar, de uma vez, 70 jovens entre 14 e 18 anos? Foi esse o número de alunos que atendeu ao convite, realizado e compartilhado por seus professores, para viajar ao teatro Tuca na última sexta-feira, 26 de fevereiro, sob o comando da coordenadora de eventos Renata Olmos.

O espetáculo se inicia com uma atriz circulando a arena em um carro sobre trilhos. Poderia ser uma breve alusão ao título do espetáculo: Um bonde chamado desejo. Mas foi mais, muito mais! Era apenas o início das fortes emoções que alcançariam os alunos que participaram da primeira “Agenda cultural” de 2016, apresentando-lhes um teatro ousado e sem convenções, onde até mesmo o riso, nervoso, estava a serviço da percepção das tragédias humanas.

A intensidade e a velocidade com que o texto, denso e instigante, atingia os alunos, era perceptível em suas reações ao ritmo intenso dos movimentos, giros, angústias e sons presentes nas relações humanas, personificados nas marcantes atuações do elenco protagonizado por Eduardo Moscovis e Maria Luisa Mendonça, equilibradas sobre a tênue linha entre a razão e a insanidade, a fantasia e a realidade, apresentando um exercício prático e artístico sobre a complexidade da vida.

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O texto e essas atuações impactaram os alunos de diferentes formas. Marjory Juhasz, do 1º ano do Ensino Médio, se disse impressionada com a entrega dos atores aos seus personagens, tamanho o grau de realidade que transpareciam em seus sentimentos. Essa intensidade foi percebida por Bruno Vilardi, também do 1º ano, que além elogiar o espetáculo enxergou a atividade como uma introdução a um mundo mais maduro e denso, característico do novo segmento. Essa maturidade se faz presente na percepção de Henrique Herrera, do 3º ano, que ressalta o quanto a peça discute os padrões e convenções exercidos na sociedade acerca do machismo e da loucura, por exemplo, sobretudo se levado em conta o contexto de produção do texto na metade do século passado.

Tais depoimentos mostram como a arte é capaz de construir nos jovens reflexões e perspectivas que jamais os abandonarão e farão parte de suas novas construções, representações e vivências para além dela!

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Festa dos Bixos! Turma de 2015

Dois traços cruzados e temos um “X”. Não parece muito até ser construído, manuseado e escrito na hora certa e no local exato!

O clássico “X” é o símbolo das múltiplas escolhas que nossos alunos do 3º ano do Ensino Médio fazem, ao final do seu curso, determinando o seu futuro em um teste de coragem e competência!

Não há resultado sem esforço, apoio, projeto, estrutura! Aí está o “X” da questão: professores comprometidos para além do conteúdo, alunos conscientes de que uma etapa está sendo vencida e de que estão preparados não para um fim, mas para o início dos maiores desafios! Essa festa marca mais que rostos com tintas coloridas. Expõe sorrisos repletos de conquistas e uma certa nostalgia pelo adeus ao antigo universo!

É com esse mesmo “X” que são abandonadas as incógnitas e finalmente se compreende um novo valor. Aquele que os torna realizados, completos e prontos para o futuro! Afinal, o “X” marcou o futuro! Agora são “BIXOS”.

Júlio Augusto Farias
Cordenador Pedagógico do Ensino Médio

Resultados dos vestibulares 2016

O ano de 2015 foi marcado pela realização de importantes vestibulares.

Nossos alunos do 2º e 3°ano, mesmo antes do termino o ano letivo de 2015, já haviam conquistado excelentes resultados.

Nossos cumprimentos aos alunos, familiares, professores!

 

Ciclo de Palestras 2015 – Educação e Cidadania Digital: Somos Todos Responsáveis

Neste mês de outubro, recebemos a Dra Solange Palma de Sá Barros, especialista em ética nos meios eletrônicos, para uma palestra dirigida aos pais dos alunos da Escola Villare.

Foram abordados, dentre diversos assuntos, os cuidados básicos ligados ao uso das mídias sociais, as consequências da exposição excessiva nas redes, o público e o privado, a não violação dos direitos alheios.

Com mais esta palestra, procuramos oferecer instrumentos para que os pais estejam ainda mais próximos e preparados para atuar na formação dos filhos nos assuntos ligados à vida digital.

Entendemos que a educação de crianças e adolescentes em relação ao uso ético e seguro da internet seja parte do nosso compromisso com a prevenção dos comportamentos de risco na adolescência e nos sentimos apoiados pelos pais presentes a este encontro. Veja um dos depoimentos e sugestões de Elaine Gatti Richart, mãe de Daniel (2º EM) e Fernando (3º EM):

 “Apoio a iniciativa da Escola Villare em tratar temas ligados à vida dos jovens. Acho que é de grande importância que todos esses temas ligados a educação, saúde, segurança e aos comportamentos de risco sejam apresentados também aos jovens de forma direta e realista para uma efetiva conscientização”.

Confira fotos desta palestra.

Festival Fundação das Artes de Teatro Estudantil 2015

O espetáculo “O procurador de memórias”, do Grupo de Teatro Villare, dirigido pela professora Elaine Ferreira, destacou-se no Festival Fundação das Artes de Teatro Estudantil 2015.

Recebeu destaques para “Ousadia da escolha do disparador dramatúrgico: Manoel de Barros” e também para “Processo e construção, desenvolvidos por meio do jogo e do trabalho coletivo e colaborativo”, de acordo com os avaliadores convidados Fabio Caniatto e Sérgio de Azevedo.

“Para a menina das multidões em cena / Para os jovens, garotos e garotas, que emprestaram suas vozes para expandir o silêncio de nosso poeta dos desobjetos / Para a escola que acredita que brincar é coisa séria / Parabéns pelo trabalho! A encenação focada no coro, nas brincadeiras e no jogo, merece destaque. Trata-se de um espetáculo em processo. Caminha em meio à descoberta do silêncio. Talvez seja essa a busca: o olho no olho e os silêncios que o trabalho pede de vocês. É um mergulho em construção, pelo qual vale continuar ensaiando e pesquisando. Optar pela construção dessa dramaturgia a partir da obra de Manoel de Barros é um grande desafio. As opções de encenação que encontramos hoje tem força, e se fortalecerão mais ainda se ficarem bem estabelecidos o olhar entre os estudantes em cena, o jogo e o prazer do fazer teatral.”

(Fabio Caniatto e Sergio de Azevedo)

Parabéns, Grupo de Teatro Villare, pelo trabalho e dedicação.

FICHA TÉCNICA

Elenco:

Arthur Almeida de Oliveira
Arthur Lorente
Beatriz Calheta
Bianca Lebrão
Eduardo Duarte
Enrico Giuliano Malizia
Fernando Gatti  Richart
Gabriela Delbosque
Gabriel Henrique Lana Lourenço
Giovanna Delgado
Giovanna Pacheco
Giulia Yuni Davanço
Henrique Herrera Piguim
Isabella Rios Chimini
Isabella Zanutto Barile
Iolanda Gonçalves
José Pedro Ferraz
Lara Scarpini
Leonardo Sabio
Leonardo Vilela
Luiza Zetone
Maise Martins
Marcella Postal
Matheus Denoni
Nicolas Higino Silva
Paola Meneguel Panhota
Raul Gonçalves
Roberta Aky Akamine Milanesio
Thiago Dantas
Vitor Kenzo Kadowaki

Direção: Elaine Ferreira

Figurino: O grupo

Cenografia: O grupo

Sonoplastia: Arthur Lorente, Beatriz Calheta, José Pedro, Matheus Denoni e Raul Gonçalves.

Iluminação: Elaine Ferreira

O Grupo de Teatro apresentará este espetáculo novamente no dia 07/11. Prestigie!